TRABALHANDO A LINGUAGEM ESCRITA, A ORALIDADE E
A CRIATIVIDADE COM O TRABALHO EM GRUPO
A professora Ana Maria, Literatura e Ludicidade Matemática, propôs aos estudantes que, em grupo, construíssem uma história com personagens e um enredo bem criativo... a turma do Terceiro Ano Vespertino apresentou pela primeira vez ao grande grupo a finalização dessa proposta...o objetivo desse encaminhamento pedagógico foi estimular os estudantes a se expressarem de forma clara e objetiva... é lendo que se aprende a ler, é escrevendo que se aprende a escrever e é vivendo que se aprende a se expressar de forma coerente...estava muito legal!
CURIOSIDADE:
"A modalidade oral como conteúdo a ser trabalhado na escola já vem sendo enfatizada por diversos estudiosos da linguagem, como Marcuschi (2001) e Neves (2004). Os próprios PCN põem essa modalidade ao lado da modalidade escrita, ressaltando a importância desse estudo no desenvolvimento da competência discursiva dos alunos.
O surgimento e aceitação da língua escrita na sociedade é uma tradição social que trouxe como principal conseqüência a transformação desta modalidade da língua em uma habilidade que historicamente tornou-se sinônimo de detenção de conhecimento, primeiramente literário, depois clássico, e, finalmente, científico.
Isso fez com que a língua oral fosse menos valorizada pela sociedade. No entanto, a língua é uma parte da cultura, uma parte tão importante que a cultura se molda por meio dela, isto é, é por meio do uso da língua que podemos perceber melhor as características não só lingüísticas, mas também sócio-culturais de um falante ou de um grupo de falantes. Além disso, a língua reflete a visão de mundo do falante, suas crenças, atitudes e ideologias.
Certamente essa supervalorização da escrita afetou profundamente a língua oral, atribuindo à fala o lugar do erro, do informal, segundo Fávero (2001).
Pensando nesta situação em termos de escola, tal postura pode ter desencadeado a visão dicotômica entre fala e escrita. Marcuschi (2001) chama a atenção para este fato.
A abordagem escolar da oralidade intensificou-se a partir de 1997 com as propostas dos PCNs que incluíam reflexões pedagógicas para desenvolver as habilidades de comunicação oral nas aulas de língua materna: foco na competência comunicativa para que os alunos possam perceber os diferentes efeitos de sentidos e as diferentes adequações da língua às situações comunicativas reais."
http://www.filologia.org.br/xicnlf/3/11.htm



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