sexta-feira, 15 de maio de 2015


DIA 13 DE MAIO - ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
 A professora Ingrid, História, e a professora Caroline Arndt, Ciências, juntamente com a turma do Nono Ano realizaram um teatro sobre a Abolição da Escravatura. O teatro foi apresentado no período matutino e vespertino. Parabéns regentes e estudantes, ficou muito bom.






Introdução 

Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índios nas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na África para submetê-los ao trabalho escravo em sua colônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.

Processo de abolição da escravatura no Brasil 

Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.  
 
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.

A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.

Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/abolicao.htm

sexta-feira, 8 de maio de 2015

         Hoje a turma do Sexto Ano matutino realizou um QUIZ sobre os conteúdos trabalhados até esse momento (Pré-história e Sambaquis). Visando aprimorar o relacionamento interpessoal entre os alunos, a professora Ingrid Kauser e o Serviço de Orientação, ao longo desse início de ano, através de conversas e técnicas para melhorar o ensino e aprendizagem, tem procurado trabalhar com formas pedagógicas mais dinâmicas para otimizar a aprendizagem de nossos estudantes. A Regente Ingrid realiza aulas ao ar livre, rodas de conversa e muito diálogo para ministrar suas aulas de História. As crianças adoraram...







quarta-feira, 6 de maio de 2015

06/05/2015

Passeio ao Terminal Turístico Valter Gama Lobo para participar da Caravana Move Brasil/ SESC. 
As turminhas do Quinto Ano matutino, regidos pela professora Rosana Poleto,  e Quarto Ano vespertino, regidos pela professora Maria Aparecida,  adoraram prestigiar a Caravana. As atividades que fizeram parte desse momento foram: pebolim, alpinismo, futebol, voleibol, basquete e jogos de mesa. 
Dia lindo, dia mais que agradável...




 QUINTO ANO MATUTINO







 QUARTO ANO VESPERTINO

 Turminha da APAE